ISO um diferencial para as empresas
28 de fevereiro de 2012 por admin em Sem categoria
ISO um diferencial para as empresas
Mas afinal o que é a ISO? ISO significa Organização Mundial de Normalização (International Organization for Standardization), fundada em 1947 em Genebra na Suíça tendo como sua principal atividade elaborar padrões internacionais para especificações e métodos de trabalho nas mais diversas áreas da sociedade, objetivando a qualidade nos produtos e processos das empresas.
No Brasil a Associação Brasileira de Normas Técnicas é o órgão responsável pela normalização técnica fornecendo uma base necessária para o desenvolvimento tecnológico brasileiro, sendo uma entidade privada, sem fins lucrativos, onde o objetivo de suas normas é de uniformizar o conhecimento.
A ISO 9001 é uma dentre as normas da série de sistemas de gestão da qualidade. Ela pode ajudar a aumentar o desempenho de sua organização. A série ISO 9001 de normas consiste de:
- ISO 9000 – Fundamentos e Vocabulário: descreve os fundamentos de sistema e de gestão da qualidade e estabelece terminologia para eles.
- ISO 9001 – Requisitos: especificam requisitos para um sistema de gestão da qualidade e objetiva aumentar a satisfação do cliente.
- ISO 9004 – Diretrizes para melhoria de desempenho: fornece diretrizes que consideram tanto a eficácia como a eficiência do sistema de gestão da qualidade. O objetivo desta norma é melhorar o desempenho da organização e a satisfação dos clientes e das outras partes interessadas.
Ter um certificado ISO pode ajudar a empresa a se diferenciar no mercado extremamente competidor, pois significa que esta obedece aos critérios para um adequado gerenciamento do negócio tendo como foco principal a satisfação do cliente, além de possuir um bom nível de organização interna. Um exemplo desse diferencial é que hoje em dia muitos clientes preferem comprar de empresas que possuem a certificação, ou seja, mostrando que a ISO pode fortalecer a marca no mercado.
As normas ISO 9000 podem ser utilizadas por qualquer tipo de empresa, devendo apenas deixar claro que as normas ISO série 9000 são normas que tratam do sistema de gestão da qualidade de uma empresa, e não às especificações dos produtos fabricados por esta empresa.
Muitas empresas fazem a seguinte pergunta: Quanto custa implantar a ISO?
Isso irá depender do nível de organização da empresa. Empresas que já possuem seus processos bem estruturados precisam de pouco investimento, já empresas que precisam fazer uma “evolução” em seus processos irão ter que fazer um investimento muito alto.
Sendo assim procure conhecer mais sobre a ISO e entender quais se aplicam a seu negócio, tire todas as dúvidas possíveis, familiarize-se com os processos de sua empresa e conheça todos os seus detalhes, assim irá ficar mais fácil implantar a ISO como também entendê-la.
Gláucia Valentim
Analista de Qualidade
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A arte de planejar
13 de fevereiro de 2012 por admin em Sem categoria
A arte de planejar
Segundo Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, “o planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes”. E é muito simples perceber que isso realmente ocorre: quando planejamos uma viagem, por exemplo, temos que tomar uma série de decisões com antecedência (escolher o destino, reservar o hotel, comprar as passagens, etc) para que no dia, que pode ser meses ou anos depois, tudo esteja de acordo com o que foi planejado e a viagem seja muito prazerosa.
No entanto, o planejamento não está relacionado apenas a acontecimentos grandiosos, como viagens, festas e eventos, mas também a ações do dia a dia, o que é fundamental para conseguirmos cumprir nossos compromissos e ter momentos de lazer. Nesse caso, seria um planejamento do tempo e a agenda torna-se uma aliada importante para organizar o que será feito em cada hora do dia, ou em cada dia da semana, ou em cada semana do mês, e assim sucessivamente. Além disso, é comum planejarmos os nossos recursos financeiros, seja através de um orçamento pessoal ou de um simples controle de gastos, registrando todas as entradas e saídas.
Para planejar, é preciso pensar em muitas coisas ao mesmo tempo e, principalmente, ter a consciência de que imprevistos podem acontecer. Como o próprio nome já diz, imprevistos são situações não planejadas, mas que podem ser prevenidas, pensando nas possibilidades de ocorrerem ou traçando o famoso “plano B”, que consiste em premeditar cursos de ação secundários para serem seguidos, caso algo saia do planejado.
E quando o que se planejou não deu certo? Então, vale a pena lembrar do Ciclo do PDCA, que se inicia no planejamento de uma ação (Plan), passa pela execução dessa ação (Do) e, em seguida, verifica se o que foi executado estava coerente com o planejado (Check) para determinar formas de agir que minimizem os erros cometidos (Act). Seguindo esse raciocínio, diminui-se a probabilidade de se cometer os mesmos erros, já que existe a concepção de melhoria contínua, ou seja, se alguém for planejar a mesma coisa irá se lembrar dos pontos que falharam e tentará melhorá-los para que não ocorram novamente.
Nos dias de hoje, o planejamento se tornou uma ferramenta crucial tanto para as pessoas quanto para as organizações, mas cabe ainda ressaltar que “Não basta somente planejar. É preciso agir”, ou seja, “rodar o PDCA” para que o que foi planejado saia do campo das ideias e se torne uma realidade.
Fernanda Marques
Consultora do Departamento de Operações
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A Comunicação e a Humanização das Empresas
03 de fevereiro de 2012 por admin em marketing, Parceiros, recursos humanos
Quando apontamos um problema correlacionado com o cliente interno da empresa, o conhecido “colaborador”, ou o cliente externo (qualidade total) ouvimos:
“Houve falta de comunicação…”
Esta é uma das frases que todos nós ouvimos com mais freqüência é a desculpa esfarrapada.
A falta ou má comunicação é efetivamente uma das maiores causas dos problemas que as nossas organizações enfrentam nos dias de hoje, muito bem lembrada pela palestrante Inácia Soares em um seminário de gestão empresarial, junto com Willian Caldas promovido pelo Centro Industrial de Juiz de Fora em 2011.
Mostrou a todos a importância da comunicação em todos os seus sentidos, o que nos fez refletir e aprofundar no assunto.
É aqui que reside efetivamente um dos maiores problemas da nossa sociedade. Comunicamos sem contacto humano. Será que existe realmente a relação capital/trabalho.
Este modo de vida, imposto pela sociedade ou escolhido conscientemente ou não por nós, torna-nos verdadeiras máquinas sem sentimentos ou com eles bastante reprimidos. E quando nos é solicitado que comuniquemos com os nossos semelhantes, fazemo-lo de uma forma fria e programada, se o fizermos.
É assim que vivemos com os nossos semelhantes, a quem chamamos colegas de trabalho, durante um terço da nossa vida. Naturalmente que num ambiente destes, o prazer que poderíamos tirar da nossa atividade profissional é muito baixo ou nulo, e o descontentamento profissional enorme e causador de mudanças constantes de emprego.
Vemos exemplos de colegas que são demitidos algumas vezes por causas injustas, por interesses obscuros e até a questão dos aposentados que continuam com direitos junto à empresa no tocante a plano de saúde e a empresa tenta de toda maneira eliminá-lo, tirando-lhes todo o direito adquirido, por meio de tratos ilegais, cadê a tão falada ética. Quando o bicho pega recorrem as entidades de classe para que as mesmas as defendam, é a vida. As empresas desconhecem esses concidadãos e não lhes comunicam nada, deixando-os acéfalos, tiram-lhes o direito de cidadania.
É nesta área que as empresas mais têm de investir. Na formação em comunicação dos seus quadros superiores e intermédios bem como, em menos quantidade ,mas ainda não menos necessário, no restante pessoal da empresa. Saber comunicar é um requisito das organizações deste século.
Ensinar as pessoas, a saber, dar o verdadeiro sentido à sua comunicação é essencial para eliminar, ou pelo menos, reduzir o número de problemas causados pela má comunicação e pela pura falta desta nas empresas.
Um dos exemplos mais chocantes do dia a dia é o caso dos aposentados que deram sua vida a empresa e deveriam ter considerações da mesma. Esquecem os gestores que a empresa quanto maior, mais faz parte de uma comunidade e que esta comunidade cobra-lhes atitudes. Um exemplo bonito de se conhecer é o meu caso: formei-me no Granbery e quando falei com o meu antigo amigo Reitor Roberto, que eu era Ex-Granberiense, ele não aceitou ficou bravo e disse: você é Gramberiense e não Ex, não existe essa palavra por aqui. Continuo mantendo vínculos indiretos com a instituição, nunca morrerá. O mesmo caso do aposentado que faz ainda parte da história da empresa, tem seu valor de ser respeitado e não rejeitado, isso sim é preconceito. Temos muito que aprender, aconselho a essas pessoas que pensam ao contrário a fazer o programa do SEBRAE/MG, o SEBRAE Ideal e assim tornar-se humano.
O olhar mais para as pessoas como pessoas, na sociedade ou dentro de uma organização, é uma necessidade cada vez maior nos nossos dias. Não podemos continuar a pensar em pessoas como meros números, que se comportam de acordo com estereótipos pré-definidos e acordados, e desprovidas de emoções e sentimentos próprios. As organizações precisam de se humanizar rapidamente, o futuro está a nossa porta, temos que dar sustentação as novas gerações, é nossa obrigação, chega de Poncio Pilatos neste mundo.
E a humanização passa pelo conhecimento de nós próprios e pelo conhecimento dos outros, enquanto nossos semelhantes, com similaridades e diferenças que fazem de nós, raça humana, a mais criativa e brilhante.
Economista Antônio Flavio Luca do Nascimento
Coordenador do Centro Industrial de Juiz de Fora
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Economistas e Administradores: A união para o sucesso profissional em tempos escassos.
01 de fevereiro de 2012 por admin em Sem categoria
Economistas e Administradores: A união para o sucesso profissional em tempos escassos
O pensamento de que a economia global apresenta-se em crescimento constante nos conforta. Gostaríamos de usar em nosso vocabulário expressões otimistas como ‘lucro’, ‘oportunidade de emprego’ e ‘ responsabilidade social’. Todavia, tal anseio mostra-se surrealista. A economia é feita de ciclos que se alternam entre crises e crescimentos. As crises não devem ser temidas pelas empresas, mas devem servir para que as mesmas aproveitem as oportunidades existentes no mercado e se reinventem. Para isso, a empresa terá que contar com o seu mais precioso bem: seus profissionais.
Na crise, um economista planeja, calcula, projeta e especula de acordo com o comportamento do mercado que está ao seu redor, suas ações são embasadas no conjunto de decisões tomadas pelos agentes econômicos em sua totalidade.
Um administrador de uma empresa em tempos de crise revê seu processo produtivo, corta custos, reduz investimentos e diminui seu quadro de funcionários, suas atitudes são tomadas de acordo com a situação de sua empresa.
Se uma empresa possuir apenas um profissional ligado a uma área de conhecimento específica, suas análises estarão no mínimo incompletas. A união de duas áreas distintas entre si, mas que se completam dentro de um ambiente profissional poderá resultar em grandes avanços para uma empresa.
Um administrador possui seu foco para dentro da empresa, e o economista concentra-se na totalidade do mercado, no conjunto de empresas, ou seja, no cenário econômico global. Não há dúvidas que a combinação entre as análises realizadas por duas áreas de conhecimento distintas podem ser um diferencial para que uma empresa encontre uma oportunidade de crescimento, mesmo em tempos tão escassos.
Rafael Polito
Analista do Departamento de Finanças
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