A Comunicação e a Humanização das Empresas
03 de fevereiro de 2012 por admin em marketing, Parceiros, recursos humanos
Quando apontamos um problema correlacionado com o cliente interno da empresa, o conhecido “colaborador”, ou o cliente externo (qualidade total) ouvimos:
“Houve falta de comunicação…”
Esta é uma das frases que todos nós ouvimos com mais freqüência é a desculpa esfarrapada.
A falta ou má comunicação é efetivamente uma das maiores causas dos problemas que as nossas organizações enfrentam nos dias de hoje, muito bem lembrada pela palestrante Inácia Soares em um seminário de gestão empresarial, junto com Willian Caldas promovido pelo Centro Industrial de Juiz de Fora em 2011.
Mostrou a todos a importância da comunicação em todos os seus sentidos, o que nos fez refletir e aprofundar no assunto.
É aqui que reside efetivamente um dos maiores problemas da nossa sociedade. Comunicamos sem contacto humano. Será que existe realmente a relação capital/trabalho.
Este modo de vida, imposto pela sociedade ou escolhido conscientemente ou não por nós, torna-nos verdadeiras máquinas sem sentimentos ou com eles bastante reprimidos. E quando nos é solicitado que comuniquemos com os nossos semelhantes, fazemo-lo de uma forma fria e programada, se o fizermos.
É assim que vivemos com os nossos semelhantes, a quem chamamos colegas de trabalho, durante um terço da nossa vida. Naturalmente que num ambiente destes, o prazer que poderíamos tirar da nossa atividade profissional é muito baixo ou nulo, e o descontentamento profissional enorme e causador de mudanças constantes de emprego.
Vemos exemplos de colegas que são demitidos algumas vezes por causas injustas, por interesses obscuros e até a questão dos aposentados que continuam com direitos junto à empresa no tocante a plano de saúde e a empresa tenta de toda maneira eliminá-lo, tirando-lhes todo o direito adquirido, por meio de tratos ilegais, cadê a tão falada ética. Quando o bicho pega recorrem as entidades de classe para que as mesmas as defendam, é a vida. As empresas desconhecem esses concidadãos e não lhes comunicam nada, deixando-os acéfalos, tiram-lhes o direito de cidadania.
É nesta área que as empresas mais têm de investir. Na formação em comunicação dos seus quadros superiores e intermédios bem como, em menos quantidade ,mas ainda não menos necessário, no restante pessoal da empresa. Saber comunicar é um requisito das organizações deste século.
Ensinar as pessoas, a saber, dar o verdadeiro sentido à sua comunicação é essencial para eliminar, ou pelo menos, reduzir o número de problemas causados pela má comunicação e pela pura falta desta nas empresas.
Um dos exemplos mais chocantes do dia a dia é o caso dos aposentados que deram sua vida a empresa e deveriam ter considerações da mesma. Esquecem os gestores que a empresa quanto maior, mais faz parte de uma comunidade e que esta comunidade cobra-lhes atitudes. Um exemplo bonito de se conhecer é o meu caso: formei-me no Granbery e quando falei com o meu antigo amigo Reitor Roberto, que eu era Ex-Granberiense, ele não aceitou ficou bravo e disse: você é Gramberiense e não Ex, não existe essa palavra por aqui. Continuo mantendo vínculos indiretos com a instituição, nunca morrerá. O mesmo caso do aposentado que faz ainda parte da história da empresa, tem seu valor de ser respeitado e não rejeitado, isso sim é preconceito. Temos muito que aprender, aconselho a essas pessoas que pensam ao contrário a fazer o programa do SEBRAE/MG, o SEBRAE Ideal e assim tornar-se humano.
O olhar mais para as pessoas como pessoas, na sociedade ou dentro de uma organização, é uma necessidade cada vez maior nos nossos dias. Não podemos continuar a pensar em pessoas como meros números, que se comportam de acordo com estereótipos pré-definidos e acordados, e desprovidas de emoções e sentimentos próprios. As organizações precisam de se humanizar rapidamente, o futuro está a nossa porta, temos que dar sustentação as novas gerações, é nossa obrigação, chega de Poncio Pilatos neste mundo.
E a humanização passa pelo conhecimento de nós próprios e pelo conhecimento dos outros, enquanto nossos semelhantes, com similaridades e diferenças que fazem de nós, raça humana, a mais criativa e brilhante.
Economista Antônio Flavio Luca do Nascimento
Coordenador do Centro Industrial de Juiz de Fora
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O Gerenciamento de Projetos a partir da Corrente Crítica
03 de dezembro de 2011 por admin em Gerenciamento de Projetos
O Gerenciamento de Projetos a partir da Corrente Crítica
Ao realizar qualquer projeto tem-se como objetivo principal entregá-lo dentro do prazo e dos custos orçados, atingindo a qualidade esperada pelo cliente, bem como todo o escopo acordado inicialmente. Isso porque a satisfação do cliente está ligada diretamente com os resultados e benefícios proporcionados pelo projeto e quanto maior for o tempo de duração do projeto, mais demorado será para que se sintam tais benefícios.
Com o intuito de tentar reduzir este prazo surge uma metodologia, chamada Corrente Crítica, que auxilia no planejamento, na execução e no Gerenciamento de Projetos. Seu foco é aperfeiçoar processos, reduzindo custos e aumentando produtividade. A partir daí busca-se uma maneira de melhorar o desempenho de projetos priorizando tarefas, além de facilitar e otimizar o gerenciamento dos mesmos.
O que se constata hoje em dia, na maioria dos projetos, é uma inclusão de segurança em todas as suas etapas, por exemplo, o responsável por uma etapa estima que concluirá em 8 dias, mas acresce 2 dias como margem de segurança para caso ocorra qualquer eventualidade. O resultado desse tipo de planejamento é um cronograma com duração muito maior do que o necessário. O método da Corrente Crítica sugere que o melhor a fazer é retirar essas margens do final de cada etapa e acumulá-la ao final do projeto. Esse tempo acumulado é chamado de “pulmão”. Atrasos ocorridos nas atividades consomem parte desse pulmão, bem como, adiantamentos diminuem este consumo. Sua função é absorver possíveis atrasos nas tarefas individuais, protegendo assim o prazo final do projeto.
Trabalhando dessa forma, o foco se torna o projeto como um todo, e não atividades individuais, ou seja, prioriza-se o ótimo geral e não o ótimo pontual. Dessa maneira, há ganhos no tempo total do projeto, que só foi possível ao extrair os vícios das estimativas. A consequência é conseguir fazer em menos tempo o que havia-se estimado fazer em um tempo maior.
Concluindo, a Corrente Crítica apresenta novas ideias que merecem a atenção daqueles que gerenciam projetos e que aspiram ampliar seus conhecimentos acerca de técnicas gerenciais.
Camila Bulhões
Consultora do Departamento de Operações
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Um adeus para os mitos sobre intercâmbio #BlogagemColetiva
10 de outubro de 2011 por admin em Parceiros
Fazer um intercâmbio é o desejo de muitos estudantes. Quem já não passou algumas horas na internet procurando os lugares que gostaria de conhecer ou conversando com amigos que já fizeram uma viagem? E o que não falta são curiosidades. Por exemplo: como são os hábitos do lugar, o que tem de divertido, qual escola é melhor frequentar, como são as pessoas e etc. Mas em meio a tantas perguntas surgem alguns mitos que assustam desnecessariamente.
Para não deixar você na dúvida e colocar tudo preto no branco, a STB promove semanalmente um discussão no Facebook sobre os “Mitos e Verdades do Intercâmbio”. A cada semana uma pergunta é colocada em discussão. Quem inicia o debate é o Maestro Billy, DJ do programa Caldeirão do Huck, e a sua sobrinha Vicky. Eles mostram seu ponto de vista e os internautas podem complementar o tópico com suas experiências e opiniões.
Se você quer ficar por dentro de tudo que está rolando e deixar de vez certos mitos para trás é só acessar a página da STB no Facebook. Aproveite a visita e opine também. A ideia é agregar o máximo de pontos de vista para os futuros intercambistas terem uma visão do que realmente podem encontrar quando viajarem para o exterior.
Este post faz parte da blogagem coletiva promovida pelo blog Sucesso News. Para participar basta fazer um post contando suas experiências com intercâmbio ou seus sonhos com futuros intercâmbios. Depois é só colocar o link do seu post nos ‘Comentários’ da postagem do Sucesso News.
Divida o que você sabe! ;D
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A sua carreira pode (re)começar nas redes sociais
29 de setembro de 2011 por admin em marketing, Parceiros
A sua carreira pode (re)começar nas redes sociais
Atualmente, é difícil encontrar alguém que não tenha pelo menos um perfil em alguma rede social. Os motivos são vários, a quantidade de sites que existem são incontáveis e os inúmeros recursos que eles oferecem aos usuários mais ainda. Por isso, as redes sociais já não são mais exclusivamente fontes de entretenimento. Agora elas também focam em objetivos profissionais.
O LinkedIn, uma das redes sociais com foco em relações profissionais mais conhecidas, é possível se relacionar com possíveis empregadores, empresas, clientes, grupos de pessoas com interesses em comum e muito mais. Para isso a construção de perfis completos e com informações relevantes deve ser o foco da atenção de grande parte dos usuários. O segredo para ser bem sucedido é ter bom senso para escrever pouco e com objetividade.
Outra ferramenta que segue esta linha profissional é a BranchOut que existe vinculada ao Facebook. Ao acessar o site da ferramenta, o seu login é feito com os dados do próprio Facebook, o que conecta o seu perfil à nova rede social. Se quiser fazer bonito, é interessante preencher o seu perfil com informações importantes sobre a formação acadêmica, experiências e objetivos profissionais.
Mas não é apenas nas redes mais “sérias” que os cuidados precisam existir. As empresas que analisam as redes sociais para recrutamento estão atentas a tudo que é publicado, sejam fotos, comentários ou qualquer outra informação. No infográfico abaixo você pode ver quais são os principais fatores observados pelos empregadores nos perfis online de seus candidatos. Vale destacar algumas informações importantes:
- 89% das empresas utilizam os meios digitais para contratação. Número 6% maior em relação a 2010.
- 1 em cada 3 recrutadores rejeita candidatos por conta de características desagradáveis vistas nos perfis.
- 86% dos recrutamentos na internet acontecem via LinkedIn, 60% através do Facebook e 50% usam o Twitter para selecionar.

Então fique atento ao seu posicionamento online e aproveite as oportunidades de fazer contatos e participar de seleções do seu interessante. Pesquise um pouco e descubra as empresas que fazem recrutamento nas redes sociais e invista no seu futuro!
I9 Social Media
Parceira da CAMPE Consultoria Jr
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O papel da pesquisa de clima nas organizações
21 de setembro de 2011 por admin em artigos, gestão, recursos humanos
O papel da pesquisa de clima nas organizações
A pesquisa de clima é uma ferramenta utilizada nas empresas para diagnosticar e promover mudanças de diversos fatores que influenciam na satisfação ou insatisfação dos funcionários na Organização.
O Clima agradável na empresa significa que os funcionários estão satisfeitos com o trabalho, se relacionando uns com os outros de forma benéfica ao desenvolvimento de suas atividades, apresentando uma imagem afável para os clientes.
“Pesquisa de clima organizacional é o mapeamento das percepções sobre o ambiente interno da organização, como ponto de partida igualmente válido para mudanças e o desenvolvimento organizacional.” (BEDANI, 2006).
Devido à satisfação dos membros e a qualidade de vida no trabalho, a Volvo foi premiada em primeiro lugar neste ano como a melhor empresa para se trabalhar de acordo com a lista divulgada na revista “Você S/A exame.
A prática de realização da pesquisa de clima na empresa torna-se indispensável como processo de avaliação e bem estar dos funcionários quando a empresa tem por objetivo aumentar a qualidade no seu gerenciamento da empresa, bem como em seus produtos e serviços oferecidos.
Paola Andrade
Departamento de Gestão de Pessoas
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