EMPREENDEDORISMO NÃO É SÓ PARA OS ILUMINADOS

26 de setembro de 2011 por admin em Destaque, gestão, Oportunidade!

Empreendedorismo não é só para os iluminados

       Primeiramente, gostaria de dizer que eu me sinto honrado em participar desta coluna e de atestar a importância da discussão deste tema na atualidade. Sou empreendedor por opção desde 1999 e consultor empresarial por formação.  Não me sinto um privilegiado e nem tão pouco um iluminado por esta minha condição.

        Então, vamos a uma primeira questão: Todo mundo pode ser um empreendedor? Em minha opinião a resposta é SIM. Porém, com algumas ressalvas. Todo mundo pode ser empreendedor, desde que esta intenção seja realmente verdadeira e que esta pessoa tenha preparo técnico para isso também. Nestes últimos anos, vejo um número crescente de empreendedores em fase inicial na nossa cidade e região. Muitas idéias estão sendo tiradas do papel. Muitas ainda não sobrevivem após alguns anos. Porque existe um número crescente de abertura de negócios e, também, uma taxa alta de fechamento de negócios? Eis nossa segunda questão. Creio que esta tem a reposta nas duas análises acima. Ou seja, muitos vão na onda do empreendedorismo, mas sequer estão preparados para isso, tanto psicologicamente quanto tecnicamente. Raros são os empreendedores que persistem, buscam alternativas de superar os obstáculos (que de início não são poucos) ou criam oportunidades de negócios para suas idéias. Esta ausência comportamental pode ser somada a ausência de preparo profissional. Raros, também, procuram entender quais são os meandros de uma boa gestão empresarial. Um negócio, seja qual for, requer planejamento, controle e medição em várias de suas áreas, como financeira, mercadológica, pessoal e de processos internos. Utilizando-se de uma metáfora (como o nosso Presidente faz),  não estar preparado tecnicamente para empreender é a mesma coisa de achar que, só por ter uma carteira de motorista, iremos pilotar um carro de fórmula 1 com maestria e perícia.

       Em contrapartida uma pessoa se torna empreendedora não por ser um gênio ou uma pessoa iluminada em todos os sentidos. Ser empreendedor é um estado de espírito associada a uma boa formação. É passar meses, anos trabalhando e suando a camisa. É se comprometer para realização de ações em busca de seus sonhos ou objetivos. É ser inteligente para aprender que erros fazem parte da caminhada e são processos de aprendizagem. É ser sábio, portanto, de reconhecer que a vida (de um modo geral) está em constante mutação e que a melhor alternativa para ser um empreendedor feliz e realizado não é fugir de obstáculos e sim enfrentar cada um.

      Por tudo isso, estou mais que convencido que não sou uma pessoa especial. Apenas resolvi em certa época de minha vida, querer mais que outros. Acreditar mais que outros. E realizar mais que outros. Só assim me tornei, de fato, um empreendedor. De início tive que valorizar mais meu ser do que meu saber.  Com o tempo meu saber foi aprimorado e lapidado. Hoje não sei se sou um empreendedor de sucesso aos olhos do mercado. Porém, a cada dia atinjo etapas de meus objetivos que foram traçados há  5 ou 7 anos. Para mim, este poder de realização pode ser traduzido como sucesso. Meu próximo passo é ter a sabedoria de replicar estas conquistas a um número maior de pessoas. Gosto de novos desafios e de pessoas abertas ao novo. Por fim, façam uma reflexão sobre esta última questão: Você se considera capaz de atingir seus objetivos? Para aqueles que ainda têm dúvidas vale aqui uma dica. Sempre quando acordo de manhã falo a mim mesmo: Eu quero, eu posso e eu consigo. E não é que funciona!

      Nos próximos artigos irei levantar algumas questões referentes ao processo empreendedor através de análises mais aprofundadas. No mais, sejam bem-vindos a minha coluna e boa sorte a todos!

Iopen Desenvolvimento Empresarial

Parceira da CAMPE Consultoria Jr



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Feedback: uma ferramenta de melhoria no desempenho

24 de junho de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, liderança, recursos humanos

Quem não gosta de ser reconhecido por algo que realizou? Durante a correria do dia a dia muitas vezes nos esquecemos de dar um retorno do trabalho do próximo, podendo ser por meio de um elogio, uma sugestão de melhoria ou até mesmo uma crítica. Esta prática se configura como uma excelente ferramenta de aprendizado e aprimoramento tanto na vida pessoal quanto profissional, pois por meio dela podemos buscar a perfeição e o melhor caminho a seguir.

Mas quando a nomenclatura muda para feedback, muitos ainda o entendem como sendo apenas uma crítica ao trabalho executado, quando na verdade o feedback é um grande momento de reavaliação comportamental, por meio do qual podemos ajustar nossas atitudes para uma maneira mais assertiva de realizar nossas atividades. A falta de um feedback adequado pode interferir drasticamente na motivação, no relacionamento, no monitoramento do auto desenvolvimento, no alinhamento de objetivos e principalmente no alcance dos resultados esperados para o negócio.

Mas afinal, qual o real significado da palavra feedback? Na tradução literal do idioma inglês, feedback significa retro-alimentação, e este termo foi utilizado inicialmente pela NASA quando seus foguetes ainda não eram tripulados e sim teleguiados. Nesta época, os foguetes em sua trajetória para seu alvo, emitiam um sinal para a NASA informando o seu posicionamento e direção. A NASA interpretava este sinal e, em feedback, devolvia o sinal redirecionando o foguete para atingir o alvo correto. O feedback é ,portanto, uma reorientação para o alcance dos objetivos e para direcionar o desenvolvimento das pessoas com as quais convivemos.

Quando praticamos o feedback estamos pensando no futuro, e pensar no futuro é remeter nossas observações às potencialidades, buscando aperfeiçoá-las. A partir de então, você está mais apto a dizer “você pode e deve ser assim” do que “você é assim”. Se você quer se desenvolver e também a todos que o cercam, faça do feedback a sua rotina de trabalho.

“Sem feedback, voamos às cegas”.  (Folkman)

Raquel Azevedo

Departamento de Qualidade



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Cases aprovados no EMEJ 2011 – Rumo à Excelência: Os Fundamentos na Prática

11 de maio de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Cases, Destaque, Empresa Júnior, gestão

A empresa júnior (EJ), preocupada em adequar-se às técnicas referentes à área de qualidade, constatou como necessária, sua adaptação aos critérios do Modelo de Excelência em Gestão (MEG), da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).
No ano de 2003, a EJ estudou os onze fundamentos e  os oito critérios propostos pelo MEG, e a partir de então, desenvolveu práticas de gestão que atendessem aos requisitos propostos. Ao longo dos anos, a EJ foi evoluindo e adquirindo excelência, até o ponto em que tal estágio de desenvolvimento, motivou a empresa a participar de prêmios da qualidade.
O principal resultado para a EJ, obtido com a adoção do modelo, é a possibilidade de avaliação e melhoria da gestão da  empresa, de maneira contínua e integrada. Para os analistas, a ampliação do conhecimento sobre o MEG é o principal resultado, já que o modelo apresenta conceitos difundidos no mercado de trabalho, agregando valor aos mesmos.
CAMPE Consultoria Jr.


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Cases aprovados no EMEJ 2011 – Insucesso do Departamento de Responsabilidade Social Empresarial

11 de maio de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Cases, Destaque, Empresa Júnior, Eventos, Responsabilidade Social

Atrelado aos conceitos de Responsabilidade Social Empresarial (RSE), a empresa júnior (EJ) criou um departamento específico para Responsabilidade Social, com o intuito de desenvolver e aprofundar a consciência e os conceitos desta temática na empresa e dedicar-se aos programas sociais. A princípio, o departamento teve muitos feitos, realizando a I Semana de Responsabilidade Social, porém ao final da gestão percebeu-se que a intenção de criar um departamento com pessoas com pouca experiência na empresa, sem o conceito de RSE intrínseco nas mesmas, não foi o ideal para a adequação da missão previamente definida à realidade da mesma.
Na revisão do Planejamento Estratégico, o Departamento de Responsabilidade Social foi extinto e criou-se um núcleo de RSE, composto por pessoas interdepartamentais, que obteve maior sucesso no cumprimento de sua missão.
CAMPE Consultoria Jr.


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Cases aprovados no EMEJ 2011 – Departamento de Projetos: Quando a especialização não é o bastante

11 de maio de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em CAMPE Consultoria Jr., Cases, Destaque, Empresa Júnior

Em busca de aprimorar os projetos realizados pela EJ foi criado o Departamento de Projetos (DPJ), cujos membros seriam os únicos na empresa responsáveis por liderar Equipes de Projeto (EP) na realização de estudos de consultoria, cabendo a estes estudar detalhadamente metodologias e buscar inovações para projetos. Como resultado, os projetos evoluíram tecnicamente, mas a disseminação do conhecimento dentro da empresa, bem como a ampla capacitação de todos os seus membros, principal objetivo de qualquer EJ, ficaram restritos e fortemente comprometidos. A partir dessa experiência, concluiu-se, que, criar um departamento de especialistas na liderança de projetos, gerava centralização do conhecimento, e,  apesar do efetivo aprimoramento do  know-how, limitava profundamente a capacitação dos demais membros da EJ, sobrecarregando o DPJ, além de causar grande perda de capital intelectual advinda da saída de um membro do referido
departamento.
Neste contexto, a EJ inovou ao modificar a missão do DPJ. Hoje este departamento é responsável por gerir o conhecimento na empresa e seu nome foi alterado para Departamento de Gestão do Conhecimento (DGC).
CAMPE Consultoria Jr.


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