Empreendedorismo brasileiro
06 de maio de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Empreendedorismo
Ouvimos falar constantemente nas palavras empreendedorismo, empreender e empreendedor, mas afinal o que estes termos significam?
A palavra empreendedorismo origina-se da palavra empreender que significa realizar, fazer ou executar. Empreendedorismo é conceituado, como o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação de um projeto, seja este técnico, científico ou empresarial. Já empreendedor é aquele que apresenta determinadas habilidades e competências para criar, abrir e gerir um negócio, gerando resultados positivos.
Indo além, o empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento econômico e melhorando as condições de vida da população. É também um fator importante na geração de empregos e renda.
No mais recente relatório do GEM Brasil (Global Entrepreneurship Monitor), divulgado pelo Sebrae, o Brasil é apresentado como o país que possui a maior taxa de empreendedorismo em estágio inicial do G20 (grupo das maiores economias do mundo), e dos países do Bric (formado pelos países considerados emergentes).
Segundo especialistas, há muitas condições desfavoráveis para o empreendedorismo no país. Algumas das questões mais críticas ressaltadas pelos mesmos foram: políticas governamentais, apoio financeiro, programas governamentais, educação e capacitação. Mesmo com pontos desfavoráveis a ação dos empreendedores, o país vem se destacando em tal cenário, uma vez que para os empreendedores não há obstáculos no caminho que impeçam sua vontade instintiva do desejo da construção.
Camila Formigon
Diretora do departamento de Gestão do Conhecimento
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Plano de negócios e a importância para o empreendedor
06 de maio de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Empreendedorismo
Os primeiros esforços dos empreendedores nos estágios iniciais de implantação de um negócio se direcionam a alguns questionamentos. O quê? Quando? Como? Perguntas simples, mas que vão muito além do que parecem. Mesmo que tudo pareça claro e óbvio, é preciso ter tudo muito bem organizado. É necessário planejar-se para que esses esforços sejam bem direcionados. Para isso, o Plano de Negócios mostra-se como uma forte ferramenta para analisar e concretizar um empreendimento.
De acordo com o SEBRAE, Plano de Negócios “é um documento que descreve os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que esses sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. Um Plano de Negócios permite identificar e restringir erros no papel, ao invés de cometê-los no mercado”. Portanto, é analisar a situação de forma estruturada, adotando-se instrumentos que possam ajudar tirar o futuro negócio do campo das ideias, trazendo-o para o papel, o que o torna mais concreto, real, facilitando o empreendedor a tomar decisões de modo mais confiante e consciente.
Um plano de negócios bem feito pode ter grande influência no sucesso de uma empresa. Ainda segundo o SEBRAE, em uma pesquisa realizada em 2004, 49,4% dos empreendimentos que iniciam no país encerram suas atividades com até dois anos. Isso se deve ao fato do empreendedor não saber lidar com imprevistos, que poderiam ter sido antecipados caso fosse realizado o estudo e este tivesse sido bem elaborado e aplicado.
Além disso, essa ferramenta pode se tornar um instrumento essencial de venda do seu empreendimento, o que lhe permite angariar investimentos financeiros ou possíveis sócios, sendo assim, de suma importância para o desenvolvimento da sua ideia.
Portanto, através desse planejamento a possibilidade de se cometer erros é reduzida e a chance de se aproveitar as oportunidades se torna maior. O Plano de Negócios quando bem elaborado consegue caracterizar o cliente, o produto, a produção, os investimentos, dentre outros aspectos, que levam o empreendedor a uma tomada de decisão mais segura e racional.
Nathalia de Paula
Departamento de Gestão do Conhecimento
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Empreendedorismo no Brasil
29 de abril de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Economia, Empreendedorismo
O empreendedorismo é basilar para o desenvolvimento sócio econômico de um país, dado que é fundamental para a concepção de oportunidades de trabalho e é considerado um catalisador e um incubador do progresso tecnológico e de inovações de produto, serviços e de mercado (MUELLER & THOMAS, 2000 JACK & ANDERSON, 1999).
Os empresários brasileiros vem mudando seu comportamento na última década. Atualmente, os pequenos e micro empresários buscam conhecimento para iniciar e gerenciar seus negócios. Esta é uma característica positiva, uma vez que quanto mais informação, mais chances as empresas têm de continuidade e de atingirem seus objetivos sendo mais competitivas.
O Sebrae divulgou recentemente o resultado da “Pesquisa Global Enterpreneuship Monitor”, a GEM. Tal pesquisa é realizada anualmente e mede a evolução do empreendedorismo no Brasil e em outros países, permitindo a identificação de fatores críticos que contribuem ou inibem a iniciativa empreendedora. Pelo 11° ano consecutivo o Brasil participa desta pesquisa que é o maior estudo contínuo sobre a dinâmica empreendedora no mundo. De acordo com esta, o Brasil registrou em 2010 a maior taxa de empreendedorismo entre os países do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo). O país teve seu melhor resultado em 11 anos, alcançando Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA, que inclui negócios recém-criados ou já funcionando há menos de três anos e meio) de 17,5% da população adulta – índice superior ao obtido por China (14,4%), Argentina (14,2%), Austrália (7,8%) e Estados Unidos (7,6%) . Outra característica verificada na GEM 2010 foi que a faixa etária que obteve a mais alta taxa é aquela que vai dos 25 aos 34 anos com 22,2%. A Pesquisa revela que iniciar um investimento aqui demandava um investimento relativamente baixo: 18% disseram ter gastado menos de R$ 2 mil para começar o negócio, enquanto para 23,1% o investimento inicial ficou entre R$ 10 mil e R$ 30 mil. A maioria usou recursos próprios (36%) ou pediu ajuda à família (70,5%). A razão, que o acesso ao crédito bancário aqui, além de difícil devido às exigências, é muito caro. Quando se analisa a percepção dos especialistas quanto às condições para empreender no Brasil, nota-se predominância de condições desfavoráveis para o empreendedorismo. Das 16 condições para empreender, consideradas na pesquisa, tão somente 5 são favoráveis em 2010 e a maioria (11) são desfavoráveis. Estes especialistas apontam para as questões mais críticas e que mais limitam o empreendedorismo no Brasil, sendo estas questões, educação e capacitação, políticas governamentais, apoio financeiro e programas governamentais. O Brasil não apenas apresenta condições desfavoráveis sobre vários aspectos, mas notadamente no que tange a serviços governamentais e institucionais, como também está em desvantagem quando comparado com as condições oferecidas pelos demais países. A partir de tais analises podemos perceber a necessidade de se pensar em ações que de fato permitam que o potencial empreendedor do país seja plenamente aproveitado.
Gabriela Solano
Departamento de Gestão de Pessoas
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Empreendedorismo Sustentável
15 de abril de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Empreendedorismo, Responsabilidade Social
Sustentabilidade e Empreendedorismo estão entre os conceitos mais abordados atualmente. Entretanto, ainda são pouco trabalhados em um mesmo contexto. Empreendedorismo Sustentável! Como seria isso? Para abordarmos tais temas em conjunto, primeiro é necessária uma breve definição de cada um deles.
Sustentabilidade, baseado no conceito de desenvolvimento sustentável segundo o Relatório elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, organizado pela ONU em 1983 “é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. Em outras palavras, é o equilíbrio na convivência entre o homem e o meio ambiente. Isso significa cuidar dos aspectos ambientais, sociais e econômicos e buscar alternativas para sustentar a vida na Terra sem prejudicar a qualidade de vida no futuro.”
Segundo o Guia do Empreendedor, empreendedor é o termo para qualificar um individuo que se dedica de uma forma diferente e inovadora às atividades administrativa, como planejar, controlar, organizar e dirigir, gerando novos métodos a partir de seus conhecimentos.
Realizando uma conexão entre os conceitos chega-se enfim ao termo Empreendedorismo Sustentável, que de maneira bem simples pode ser definido como “o fazer acontecer”. Todavia, ele vai muito além do interesse próprio dos empreendedores, abrangendo também a preocupação com o bem-estar e os anseios dos demais stakeholders, das futuras gerações e do Planeta.
O empreendedor dispõe de diversas características que o fazem planejar e querer alcançar o sucesso do seu negócio, muitas vezes sem medir esforços. Entretanto, a reflexão que deve ser feita é até que ponto esses esforços impactam a sociedade e o ambiente que cercam a organização.
Infelizmente alguns empreendedores alcançam o “sucesso” utilizando-se de práticas irregulares como a exploração da mão de obra e desperdício de insumos. Essa postura é condenável.
O segredo para o empreendedorismo sustentável é incorporar os seus três princípios básicos:
Ser Economicamente Viável;
Ser Socialmente Justo e
Ambientalmente Correto.
Partindo para a prática, o verdadeiro empreendedor deve agrupar ações relacionadas à sustentabilidade na rotina da organização, reduzindo o consumo de energia elétrica e demais insumos, optar por fornecedores com uma postura semelhante, buscar repassar os seus valores a todos os stakeholders, entre outras.
Enfim, o termo “Empreendedorismo Sustentável” deve ser compreendido como uma nova postura a ser adotada por todos os empresários e incorporada nas estratégias das suas organizações, privilegiando atitudes sustentáveis além de seus próprios interesses. Os benefícios para a organização irão muito além do curto prazo!
Mais informações podem ser encontradas no link: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-empreendedorismo-sustentavel-como-fator-primordial-para-a-sobrevivencia-e-prosperidade-organizacional-um-estudo-de-caso-sobre-a-empresa-gooc/32866/.
Isadora Bellato
Departamento de Finanças
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Processo analítico das 5 forças de Porter
30 de abril de 2010 por CAMPE Consultoria Jr. em Empreendedorismo
O ano marcante para a disseminação das ferramentas que envolvem o Planejamento Estratégico das organizações foi o de 1980, quando Michael Porter publicou o livro Competitive Strategy
. O livro contém a ferramenta das 5 forças no ambiente de uma organização que influenciam na concorrência. São elas: ameaça de novos entrantes, poder de barganha dos fornecedores da empresa, poder de barganha dos clientes da empresa, ameaça de produtos substitutos e intensidade da rivalidade entre empresas concorrentes.
Quando falamos da ameaça de novos entrantes, logo imaginamos um ambiente no qual poucas coisas são dadas como certas. Barreiras elevadas como economias de escala, requisitos básicos de capital e lealdade dos clientes às marcas estabelecidas, podem encorajar outras organizações a se inserirem nesses mercados, enquanto barreiras baixas levam a um grupo altamente competitivo.
No que tange ao poder de barganha dos fornecedores da empresa, podemos ressaltar que a maioria deles querem cobrar os preços mais altos possíveis por seus produtos. Surge, mais que naturalmente, uma luta entre as organizações e seus fornecedores. Nesse caso a vantagem sempre pende para o lado do mais forte, ou seja, daquele que tem mais opções.
Referindo ao poder de barganha dos clientes da empresa, aqui se têm um terreno cuidadoso a ser explorado, pois o público-alvo de uma organização quer que os preços baixem ou que a qualidade suba. Quando isso acontece, munimos o cliente a procurar alternativas de compra. Podemos perder vantagem competitiva deixando de lado essa força.
A ameaça de produtos substitutos surge no contexto em que nada é insubstituível e corrobora com a força anterior, na qual o concorrente pode fornecer melhor seu bem ou serviço, seja através de uma rede de logística mais apropriada ou até mesmo promovendo seu produto de uma maneira que atraia mais o público-alvo.
Por fim, temos a intensidade da rivalidade entre empresas concorrentes, em que todos os fatores anteriormente expostos convergem para a rivalidade. As organizações manobram para conquistar posições, e assim travam uma luta muitas vezes vencida por organizações que pensam estrategicamente no encantamento dos seus clientes.
Não há uma fórmula certa para essa formação da estratégia em que são analisadas as forças de Porter, mas uma das maneiras de se antever ao ambiente em constante mutação e assim planejar algo no futuro, é, sem dúvida, antever e atentar-se ao que nos rodeia, estabelecendo estratégias de curto e longo prazo.
Henrique Braz Departamento de Qualidade
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