As contribuições do Pensamento Estratégico
01 de outubro de 2011 por admin em Ferramentas, gestão, liderança, Sem categoria
As contribuições do Pensamento Estratégico
Atualmente não existe uma empresa que almeja um crescimento consolidado no futuro e que não pense como estará o mercado daqui a alguns anos. Esse é o retrato que observamos nos administradores que realmente importam com o destino de suas organizações, estão sempre “ligados” às mudanças que poderão ocorrer no mercado, e as inovações que serão capazes de absorver.
No texto Os cegos e o elefante, Jonh Saxe mostra o quão complicado pode ser o desenvolvimento de uma estratégia. Ele nos conta que, quando alguns cegos tocam o elefante em partes diferentes de seu corpo, os mesmos têm ideias completamente distintas de como realmente seria o animal. Isso também ocorre de forma corriqueira nas empresas. Se os executivos analisarem algumas partes do mercado, eles podem estar deixando de enxergá-lo da melhor maneira, ou seja, estão deixando de ver o que ele realmente pode agregar a empresa.
Mas, será que é interessante ver apenas como é o corpo todo do elefante. Por que não ir além? Por que não, conseguir domar o animal e desbravar a selva que está em sua volta?
Essa visão faz com que a mente se abra para o ambiente, tornando mais robustas as análises deste. Porém cabe ao administrador querer conhecê-lo. É importante saber o seu interior, exterior, as pessoas envolvidas, onde quer chegar, os caminhos que deseja seguir para alcançar uma posição de destaque no ambiente.
Esse estudo não tem nenhuma simplicidade. O trabalho em conjunto das pessoas que vivenciam o dia-a-dia da empresa com outras que tem mais experiência na abordagem estratégica é de grande valia, fazendo com que tal complexidade não venha atrapalhar um pensamento estratégico consolidado.
Para expor tamanha dificuldade de se chegar a um fator em comum, foram criadas diferentes escolas de pensamentos estratégicos. E essas foram criando com o tempo, suas teorias para melhor atender às organizações. Então, caberá a quem tiver a iniciativa, podendo contar com ajuda de profissionais da área, analisar quais das estratégias se adaptariam melhor a sua empresa.
Com isso, podemos chegar bem perto da conclusão de uma pergunta que sempre vem à tona: “Como será amanhã?”, quem puder responderá, mas este só conseguirá, caso tenha planos de estudar o passado, analisar o presente, para então poder saber um pouco mais sobre o futuro.
Este tema pode ser muito mais detalhado, e para isso, recomendo a leitura do livro Safári de Estratégia, sendo Henry Mintzberg um de seus autores. Este detalha dez diferentes escolas de estratégia, que criaram ou desenvolveram métodos para melhor enxergar a frente de seu tempo.
Humberto D’Orazio
Departamento de Finanças
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A Gestão da Qualidade Total e a reconstrução do Japão após a II Guerra Mundial
13 de abril de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Ferramentas, gestão
A Gestão da Qualidade Total (TQM – Total Quality Manegement) é hoje, um fator considerado muito importante para a sobrevivência das grandes empresas. Através dela, as organizações podem atingir níveis muito maiores de satisfação de seus clientes, minimização de erros, padronização de processos, dentre muitas outras vantagens.
Tendo aparecido de maneira mais significativa no mundo após a Segunda Guerra Mundial, e sido uma das principais responsáveis pela reconstrução do Japão, que estava arruinado por causa da mesma e tinha a fama de possuir produtos ruins e baratos, a Gestão da Qualidade Total foi um fator essencial para a ascensão de diversas empresas nipônicas, como Toyota, Sony, Honda, etc.
Este período de recuperação do Japão, através do crescimento mundial de suas empresas, deu origem a “Era da Qualidade Total” e ocorreu devido a atuação de três grandes personagens: Ishikawa, W. Edwards Deming e Juran, que ficaram conhecidos como gurus da Qualidade.
Kaoru Ishikawa é a figura japonesa mais importante do assunto, e baseou seus estudos na utilização de sete ferramentas básicas da Qualidade, sendo elas: o Gráfico de Pareto, Diagrama de Causa e Efeito, Histograma, Folhas de Verificação (check-lists), Gráficos de Dispersão, Fluxogramas e Cartas de Controle.
Já Deming e Juran, foram dois professores americanos, mas que ficaram conhecidos pela sua ajuda na formulação da filosofia japonesa de Qualidade, através da utilização de uma série de recursos estatísticos, que visavam o controle dos processos e minimização de erros.
O sucesso das empresas que implementaram o TQM e a competitividade de seus produtos, fez com que diversas empresas americanas e européias começassem a desenvolver a Gestão da Qualidade de maneira mais efetiva. Não foi um processo simples, uma vez que a existia uma grande diferença cultural entre os países, que permitiu a facilidade de implementação da filosofia no Japão, mas ao menos serviu para que o Ocidente levasse o assunto mais a sério e buscasse novas maneiras de melhorar seus processos e produtos, a fim de aumentar competitividade, lucros e índices de satisfação de clientes.
Raquel Azevedo
Departamento de Qualidade
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Por que planejar?
04 de março de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Ferramentas, gestão
Para sobreviver em meio a todas as mudanças no mundo moderno, as empresas precisam se preparar para eventuais situações que fogem da normalidade. Não só preparação em estrutura, mas em estratégias. É preciso definir o caminho a ser trilhado.
Muitos gestores não dão importância a isso, pois acreditam que a experiência que carregam consigo é o suficiente para se manter estabilizado no mercado. Acontece que nada é constante e, por isso nada é como antes. Daí estratégias usadas no passado podem não ser eficazes no presente. Michael Porter, importante autor no campo da estratégia, afirma que uma empresa sem planejamento corre o risco de se transformar em uma folha seca, que se move ao capricho dos ventos da concorrência.
O Planejamento Estratégico é uma importante ferramenta para a definição dessa preparação, pois ele norteia a tomada de decisões da organização e permite que ela veja além do curto prazo. Ela permite que estratégias sejam definidas de forma a prevenir possíveis riscos que podem afetar o andamento da organização.
A estruturação do Planejamento Estratégico pode ser pautada na análise do ambiente da organização, como o ambiente externo quando é possível levantar as oportunidades e ameaças (variáveis incontroláveis à organização), e o ambiente interno quando é possível levantar as forças e fraquezas (variáveis controláveis à organização). Com os resultados obtidos é possível estruturar a matriz SWOT para cruzar as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças a fim de encontrar suas relações e definir os objetivos da empresa. Para atingir os objetivos, devem ser definidos indicadores para mensurar os resultados. Estes indicadores devem possuir metas, previamente estabelecidas, para que a organização saiba se o que tem obtido está de acordo com o planejado.
Além disso, é importante definir as diretrizes para que a organização saiba qual é a sua finalidade, ou seja, sua missão; saiba aonde quer chegar, ou seja, sua visão; e tenha noção dos princípios éticos que devem ser seguidos, ou seja, seus valores.
Outro ponto a ser considerado é que não basta apenas o planejamento, pois se nada for colocado em prática, ou se os resultados não forem monitorados e controlados, de nada servirá o trabalho realizado.
É importante ressaltar que os próprios gestores da organização podem realizar seu Planejamento Estratégico, mas para os que necessitam de um auxílio externo, há muitas empresas que prestam este tipo de consultoria.
Daianny Martins
Departamento de Qualidade
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Pesquisa de Opinião e Satisfação – Uma ferramenta de desenvolvimento organizacional
14 de setembro de 2010 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Ferramentas, marketing, Sem categoria
Uma pesquisa de opinião e satisfação é um recurso utilizado amplamente pelas corporações para identificar a percepção de seus clientes em relação a um produto ou serviço oferecido pela empresa, apontando pontos fortes e fracos do mesmo e possibilitando aos empresários traçarem planos de ação para melhoria de seu produto.
A coleta destes dados junto aos consumidores é usualmente feita a partir de questionários entregues ao final do serviço, contendo alguns atributos ou perguntas-chave que o cliente possa avaliar. Entretanto, esta captação pode ser feita de outras maneiras, seja pela utilização de telemarketing, o envio da pesquisa por email ou por mala-direta.
Uma das maneiras inovadoras e interessante que me chamou a atenção estes dias foi a aplicação de uma pesquisa de satisfação utilizando uma máquina localizada na saída do estabelecimento. A máquina oferece três botões para os clientes apertarem de acordo com a suas percepções, sendo estes: “Muito Satisfeito” na cor verde, “Satisfeito”, na cor amarela e “Insatisfeito” na cor vermelha. Além disso, existe ao lado de cada opção um placar com o número de vezes esta foi apertada, onde podemos identificar o grau de satisfação de outros clientes da loja. Esta ferramenta torna a pesquisa para o cliente um pouco mais interativa e contribui no aumento do grau de respostas dos clientes.
Entretanto, somente esta máquina não ofereceria para a empresa um grau de informações relevantes para sua tomada de decisão. Desta forma, a loja alocou um funcionário ao lado da máquina para entregar um pequeno questionário para aqueles clientes que apertavam o botão, a fim de identificar o por quê daquela resposta.
Após coletados os dados, é necessário realizar as análises estatísticas dos mesmos, pois através delas que sairão as informações que irão subsidiar os planos de ação para melhorar o produto ou a forma de atender aos clientes.
A CAMPE Consultoria Jr. tem em seu portfólio na área de marketing o projeto de Pesquisa de Opinião e Satisfação. O cronograma envolve deste o planejamento do questionário e a coleta até a análise dos dados e a elaboração de planos de recomendações para a empresa. Como citado anteriormente, os benefícios deste projeto são:
- Percepção acerca a satisfação dos clientes da empresa;
- Identificação pontos fracos e fortes do produto/serviço oferecido;
- Geração de recomendações para melhor atender seus clientes.
Se sua empresa tem interesse em realizar uma pesquisa de opinião e satisfação, entre em contato conosco para marcar um atendimento através do telefone (32) 2102-3529.
Rafael Jucá
Diretor do Departamento de Gestão do Conhecimento
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Mobilidade no Mundo dos Negócios
05 de março de 2010 por CAMPE Consultoria Jr. em Ferramentas

O notebook é o principal exemplo de tais praticidades. Ele é leve e compacto, pesando de 1 a 5 kg, pode acessar a internet de qualquer lugar através das tecnologias Wi-Fi ou 3G, possui uma bateria que permite utilizá-lo por horas sem necessidade de cabos e faz todas as funções possíveis de um computador tradicional. Atualmente, os notebooks já conseguem gravar CDs e DVDs, transferir dados através de Bluetooth, além de terem webcams e microfones integrados, o que ajuda bastante para pessoas que necessitam de vídeo ou áudio conferências. Tal equipamento está cada vez mais popular, principalmente, pela queda dos preços, a redução dos tamanhos e do aumento dos recursos e funcionalidades.
Outro item que também representa bem a mobilidade atual é o smartphone. Ele é um telefone celular com diversas funcionalidades avançadas, tais como: acesso à internet, sincronização dos dados do equipamento com um computador pessoal, câmeras fotográfica e de vídeo, bluetooth e outros aplicativos. A peculiaridade do smartphone é a possibilidade de utilizar programas, destacando-se o GPS e outros aplicados nas empresas para controle gerencial. As principais plataformas deste produto são: Iphone, Windows Mobile, Android, BlackBerry e Symbian.
Essas tecnologias são apenas alguns exemplos do que chamamos da Era da Mobilidade, em que vários recursos garantem a agilidade dos processos, informações em tempo real e um trabalho eficiente e precioso.
Rafael Jucá Departamento de Gestão do Conhecimento0 Comentário Leia mais
