Cases aprovados no EMEJ 2011 – Insucesso do Departamento de Responsabilidade Social Empresarial

11 de maio de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Cases, Destaque, Empresa Júnior, Eventos, Responsabilidade Social

Atrelado aos conceitos de Responsabilidade Social Empresarial (RSE), a empresa júnior (EJ) criou um departamento específico para Responsabilidade Social, com o intuito de desenvolver e aprofundar a consciência e os conceitos desta temática na empresa e dedicar-se aos programas sociais. A princípio, o departamento teve muitos feitos, realizando a I Semana de Responsabilidade Social, porém ao final da gestão percebeu-se que a intenção de criar um departamento com pessoas com pouca experiência na empresa, sem o conceito de RSE intrínseco nas mesmas, não foi o ideal para a adequação da missão previamente definida à realidade da mesma.
Na revisão do Planejamento Estratégico, o Departamento de Responsabilidade Social foi extinto e criou-se um núcleo de RSE, composto por pessoas interdepartamentais, que obteve maior sucesso no cumprimento de sua missão.
CAMPE Consultoria Jr.


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Filantropia x Responsabilidade Social Empresarial

29 de abril de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Economia, Responsabilidade Social

É de conhecimento de todos que as organizações são criadas para atenderem a comunidade em que estão inseridas e, que, só existem de fato, porque possui a quem oferecer seus produtos, sejam eles bens ou serviços. Devido a esse fato, pode-se dizer que a competência percebida por seus clientes está intimamente ligada a capacidade de atender de maneira satisfatória as necessidades, os desejos e as expectativas dos mesmos, tornando-se não apenas uma questão de ser excelente no que faz ou não, mas sim uma questão de sobrevivência no mercado.

A competência comentada é avaliada pelo ambiente-sociedade, sob os critérios de eficácia (que diz respeito à suficiência e à oportunidade dos bens e serviços ofertados), de eficiência (economia de recursos, melhor qualidade de bens e serviços produzidos e menores custos) e de efetividade (aderência dos bens e serviços produzidos àquelas necessidades e expectativas do ambiente).

As organizações em seus processos produtivos ou até mesmo em seu relacionamento com clientes e concorrentes praticam atitudes que são passíveis de julgamentos, como a produção de resíduos, desatenção a clientes e até mesmo comportamentos anti-éticos premidas pela busca de uma melhor colocação no mercado. É aí que o comportamento socialmente responsável torna-se importante na cultura das organizações, estas como dito anteriormente, passíveis de julgamentos da sociedade que podem alavancar positivamente ou negativamente sua imagem.

Algumas organizações encaram a Responsabilidade Social Empresarial, equivocadamente, como filantropia e não como uma forma de gestão empresarial. A primeira se baseia em ações assistencialistas de cunho imediato e que favorece apenas uma parcela da sociedade (aquela atendida no momento das ações). Já a segunda está pautada em uma postura mais abrangente, de caráter contínuo e educacional baseada no convencimento de como deve ser as relações da organização com os seus diversos públicos. Geralmente a Responsabilidade Social Empresarial quando encarada de maneira ampla está alinhada a estratégia da empresa e é gerenciada.

Assim, a Responsabilidade Social Corporativa se torna uma tendência irreversível e mundial, bem mais vasta e com muito maiores conseqüências que as simples ações assistenciais. A Filantropia Corporativa tem seus méritos, porém tem resultados limitados, porque não interage com as estratégias das empresas. Além disso, tende a gerar dependência, o que reduz a qualidade da contribuição social das ações adotadas.

Diego Theodoro

Departamento de Gestão de Pessoas



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Empreendedorismo Sustentável

15 de abril de 2011 por CAMPE Consultoria Jr. em Destaque, Empreendedorismo, Responsabilidade Social

Sustentabilidade e Empreendedorismo estão entre os conceitos mais abordados atualmente. Entretanto, ainda são pouco trabalhados em um mesmo contexto. Empreendedorismo Sustentável! Como seria isso? Para abordarmos tais temas em conjunto, primeiro é necessária uma breve definição de cada um deles.

Sustentabilidade, baseado no conceito de desenvolvimento sustentável segundo o Relatório elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, organizado pela ONU em 1983 “é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades. Em outras palavras, é o equilíbrio na convivência entre o homem e o meio ambiente. Isso significa cuidar dos aspectos ambientais, sociais e econômicos e buscar alternativas para sustentar a vida na Terra sem prejudicar a qualidade de vida no futuro.”

Segundo o Guia do Empreendedor, empreendedor é o termo para qualificar um individuo que se dedica de uma forma diferente e inovadora às atividades administrativa, como planejar, controlar, organizar e dirigir, gerando novos métodos a partir de seus conhecimentos.

Realizando uma conexão entre os conceitos chega-se enfim ao termo Empreendedorismo Sustentável, que de maneira bem simples pode ser definido como “o fazer acontecer”. Todavia, ele vai muito além do interesse próprio dos empreendedores, abrangendo também a preocupação com o bem-estar e os anseios dos demais stakeholders, das futuras gerações e do Planeta.

O empreendedor dispõe de diversas características que o fazem planejar e querer alcançar o sucesso do seu negócio, muitas vezes sem medir esforços. Entretanto, a reflexão que deve ser feita é até que ponto esses esforços impactam a sociedade e o ambiente que cercam a organização.

Infelizmente alguns empreendedores alcançam o “sucesso” utilizando-se de práticas irregulares como a exploração da mão de obra e desperdício de insumos. Essa postura é condenável.

O segredo para o empreendedorismo sustentável é incorporar os seus três princípios básicos:

Ser Economicamente Viável;

Ser Socialmente Justo e

Ambientalmente Correto.

Partindo para a prática, o verdadeiro empreendedor deve agrupar ações relacionadas à sustentabilidade na rotina da organização, reduzindo o consumo de energia elétrica e demais insumos, optar por fornecedores com uma postura semelhante, buscar repassar os seus valores a todos os stakeholders, entre outras.

Enfim, o termo “Empreendedorismo Sustentável” deve ser compreendido como uma nova postura a ser adotada por todos os empresários e incorporada nas estratégias das suas organizações, privilegiando atitudes sustentáveis além de seus próprios interesses. Os benefícios para a organização irão muito além do curto prazo!

Mais informações podem ser encontradas no link: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/o-empreendedorismo-sustentavel-como-fator-primordial-para-a-sobrevivencia-e-prosperidade-organizacional-um-estudo-de-caso-sobre-a-empresa-gooc/32866/.

Isadora Bellato

Departamento de Finanças



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Auto-Avaliação Instituto Ethos-SEBRAE de Responsabilidade Social

26 de abril de 2010 por CAMPE Consultoria Jr. em Responsabilidade Social

Frente à constante cobrança da sociedade por empresas que se comprometam com o desenvolvimento sustentável, respeitando mutuamente as suas partes interessadas, foi desenvolvido pelo Instituto Ethos em parceria com o SEBRAE uma auto-avaliação que possibilite às empresas a mensuração de seu grau de desenvolvimento em responsabilidade social empresarial.

A CAMPE Consultoria, compromissada com os ideais de RSE, com o intuito de mensurar seu grau de amadurecimento com relação à disseminação e aplicação de práticas socialmente responsáveis, começou a fazer uso do modelo a partir da 1ª gestão de 2006. Desde então, vem buscando trabalhar em cima das práticas voltadas aos critérios que não atingem pontuação elevada, já que em tais critérios a empresa tem uma necessidade de melhoria mais latente.

Os questionários são preenchidos por todos os membros, a fim de que as respostas não sejam enviesadas por quem possui maior conhecimento do assunto e para mensurar a real situação da empresa. A partir da tabulação das respostas, são gerados relatórios, abordando os pontos do questionário e contendo planos de ação, os quais acabam por se transformar em práticas recorrentes na empresa.

É interessante o destaque da importância de espalhar a cultura socialmente responsável para o movimento empresa júnior e para o mercado, ressaltando a facilidade de aderência ao modelo para todas as empresas.

Mylena Mancilha

Departamento de Marketing


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Parabéns às novas colaboradoras da CAMPE!

31 de março de 2010 por CAMPE Consultoria Jr. em Responsabilidade Social

Gostariamos de parabenizar:

As pessoas acima foram selecionadas para trabalhar como Colaboradoras Internas da CAMPE. Elas gerenciarão o principal projeto do nosso Núcleo de Responsabilidade Social - Programa Acadêmico Voluntário – bem como, atuarão diretamente na gestão do núcleo.

Desde já, agradecemos a todos que se interessaram por participar do processo seletivo. Peço que, aqueles que não foram selecionados, fiquem a vontade para tirar possíveis dúvidas e receber feedbacks.

Estamos confiando no trabalho de vocês!

Atenciosamente,

Equipe da CAMPE Consultoria Jr.


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